“Atlas” – Crítica
Basicamente um vídeo game. Protagonizado por Jennifer Lopez, este longa acelerado que mistura ação e sci-fi é uma salada genérica que deve agradar gregos, mas talvez não os troianos. Continuar lendo “Atlas” – Crítica
Basicamente um vídeo game. Protagonizado por Jennifer Lopez, este longa acelerado que mistura ação e sci-fi é uma salada genérica que deve agradar gregos, mas talvez não os troianos. Continuar lendo “Atlas” – Crítica
Um bom entretenimento. A série protagonizada por Idris Elba tem seus percalços e furos, mas consegue prender atenção num thriller cheio de boas reviravoltas que compensam o ritmo desconjuntado. Continuar lendo “Sequestro no Ar” – 1° Temporada – Crítica
Esta prequel de “Jogos Vorazes” é uma adaptação fiel, com atuações consistentes, cenas de ação violentas (mas sem sangue) e uma expansão bastante produtiva e correta do universo de Suzanne Collins. Continuar lendo “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” – Crítica
Uma aventura subestimada. Ainda que falte um pouco mais de humor, este remake baseado em uma das atrações mais populares dos parques da Disney reúne um grande elenco, bom suspense em uma aventura honesta. Continuar lendo “Mansão Mal-Assombrada (2023)” – Crítica
Imprevisibilidade orquestrada. A segunda temporada de uma das séries mais violentas da atualidade quase se perde em meio a um caos narrativo, mas acaba compensando com boas cenas de ação e ótimas reviravoltas. Continuar lendo “Gangs of London” – 2° Temporada – Crítica
A comédia dirigida por Tim Story, entrega uma sátira inteligente, bem humorada e cheia de reviravoltas num filme que não teve muito sucesso, mas com certeza merece uma chance para os amantes do gênero. Continuar lendo “The Blackening – Jogo Mortal” – Crítica
A nova série da Amazon Prime é cercada de polêmicas, críticas e alfinetadas na geração atual mostrando uma visão que mistura terror psicológico e drama de forma contar a história de uma fã obcecada por sua cantora favorita. Continuar lendo “Enxame” – Minissérie – Crítica
Dirigido por Henry Selick e produzido por Jordan Peele, esta animação é uma das boas surpresas do ano em termos de história, mas peca ao ter um ritmo cadenciado e as vezes confuso que torna o resultado um pouco abaixo do esperado, mas não menos interessante. Continuar lendo “Wendell & Wild” – Crítica